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terça-feira, 26 de maio de 2015

Atendimento dos cartões BNL e BGN é sucesso

Sucesso total! Os advogados da Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA – PE) estão a todo vapor no atendimento aos associados com pendências nos cartões BNL e BGN (atual Itaú). Muitos PMs e BMs estão procurando a sede da entidade em busca de orientações. Na foto, a Dra. Julianne Bezerra atendendo a mais um associado. Para quem não sabe, a ASPRA – PE saiu na frente e já possui um acordo realizado junto ao Banco Itaú para viabilizar a resolução do problema para a tropa, incluindo o abatimento da dívida com o maior número de desconto possível. Seja você associado ou não, compareça a sede da entidade com o nome do titular do cartão, número do cartão, CPF e identidade. A Associação funciona de segunda à sexta e não fecha no horário de almoço. O endereço Rua Jornalista Paulo Bittencourt, N° 31 - Salas 101 e 102, Derby - Recife/PE. Fones: (81) 3221-0374 ou (81) 3314 – 0374.


opinião

Sem a figura de Eduardo Campos, o pacto vai para o divã

Publicado em 25/05/2015 às 10:46 por em Opinião
Pacto pela Vida. Foto: Bernardo Soares/Acervo JC Imagem.
Pacto pela Vida. Foto: Bernardo Soares/Acervo JC Imagem.
Por Fernando Castilho, da coluna JC Negócios, do Jornal do Commercio
Foi assim: quando, em 2007, com a marca de 4.739 assassinatos o governador Eduardo Campos foi conversar com o delegado da Polícia Federal, Wilson Damásio, a pergunta dele ao policial foi uma só: o que o senhor precisa para trabalhar na redução desses números? Damásio, com aquela cara de ator de filme policial americano, disse: um programa de computador para contar os mortos. A Polícia, governador, não pode ficar brigando com um blog de meninos do Jornal do Commercio, que tem mais eficiência que o IML.
Damásio se referia à iniciativa de um grupo de jornalistas (Eduardo Machado, João Valadares, Diogo Menezes e Carlos Eduardo) que entenderam de contar defunto para dizer, de fato, o quanto estavam matando de gente em Pernambuco, o PE Body Count.
A partir daí a conversa fluiu para um projeto mais sério e foi juntando mais gente. Acabou com o projeto e o conceito de gestão policial do Pacto Pela Vida. Vieram Luiz Ratton, da UFPE, o pessoal da TGI, de Francisco Cunha, e uma penca de instituições. Ninguém falou em unificar a polícia (tema que ainda é complicado no Brasil inteiro), mas na prática, Pernambuco acabou juntando melhor que noutros estados as ações das duas polícias, que culturalmente tem visões e estrutura diferentes. Não era, e nunca foi, uma convivência pacífica, mas o pulso firme e até mesmo a opinião irredutível de Eduardo Campos viabilizou uma ação conjunta.
Ah, o Governo do Estado tinha caixa. E além de gente de fora da SDS com experiência em gestão, promoção e gratificação, o Pacto virou uma experiência internacionalmente reconhecida. É bem verdade que até hoje a Secretaria de Planejamento nunca conseguiu fazer a conta de quanto o Pacto custou financeiramente. Mas, algumas coisas interessantes foram implantadas.
Com a ideia de dividir o estado em oito áreas sob comando de um Major PM, um delegado e um executivo de contas para tomar conta do dinheiro da operação. Não era uma convivência fácil. Mas, e daí?, dizia Eduardo Campos. Não quero que vocês se afinem e virem cunhados, genros ou sogros. Quero vocês para botar a tropa na rua, prender bandido e saber o que estão fazendo.
Sim, tinha o suporte de todo o governo com as outras secretarias que geraram o chamado Governo presente. Não bastava prender ou chegar batendo na comunidade. Tinha que dar uma esperança à meninada da periferia e melhorar a escola e vai por aí.
Mas, o Pacto Pela Vida tinha um “dono”, o governador. Sim, tinha ainda um “gestor operacional”. Economista, acostumado a mexer em planilha Excel e fazer conta, Eduardo Campo ia no detalhe depois que Geraldo Julio dava o suporte.
Todo mundo que trabalha com o atual prefeito do Recife sabe que ele é muito chato em termos de números e planilha. Imagina Geraldo com todo respaldo de Eduardo Campos que era um “cricri” em termos de metas.
Tem uma coisa que pouca gente sabe: No aperto geral, Wilson Damásio virou uma espécie de paizão da tropa devido ao sufoco que Eduardo Campos e Geraldo Julio davam nas reuniões do Pacto pela Vida. Na verdade, Damásio era quem fazia as metas com o comandante da PM e o Chefe de Polícia. Mas, para a tropa ele era o cara quem, do pescoço para baixo, podiam reclamar.
O problema do Pacto pela Vida começou quando Eduardo Campos deixou o governo. Geraldo Julio tinha virado prefeito do Recife com aquela conversa de monitoramento e Wilson Damásio, também não estava mais na equipe depois de uma desastrada entrevista ao JC.
Mudou o comando e o estilo e a tropa não sentiu firmeza na continuação do projeto. O estilo de João Lyra Neto e a falta de verba começaram a fazer a tropa relaxar a pressão. Aí veio a greve de maio de 2014. Para complicar, a ideia de voltar para a delegacia e ao Batalhão sem nada de reajuste fez a tropa relaxar geral.
Por mais duro que isso possa parecer, a verdade é que as polícias (Civil e Militar) acham que perderam prestígio. Isso abriu espaço para, na PM, e na SDS os grupos começassem formar para se defender. Na verdade, eles sempre existiram, mas com a saida de Eduardo Campos as reivindicações e articulações para proteger os diversos grupos ficaram mais firmes.
O tempo passou e a crise financeira foi se agravando. Nem João Lyra Neto e nem Paulo Câmara tem o estilo do “murro na mesa” e nem a articulação política de Eduardo Campos. E nem o secretário de Defesa Social, Alessando Carvalho se sente com a força que Wilson Damásio tinha nos anos do Pacto pela Vida com Eduardo Campos mandando o secretário da Fazenda, Paulo Câmara, pagar a conta.
Isso explica porque é que o Pacto pela Vida hoje está no divã. Pouca gente lembra, mas a Polícia Civil está em Operação Padrão desde janeiro. Na prática, quer dizer o seguinte: quando uma guarnição da PM chega numa delegacia com um preso, o delegado e o escrivão seguem o que recomenda o manual. Isso leva tempo que é gasto deliberadamente. Na prática, a guarnição fica horas na delegacia esperando. Resultado: sai da rua e perde capacidade de ação militar no cenário do crime. Imagina isso em todo estado e na RMR?
Os delegados estão em campanha salarial e ainda com uma briga para travar o concurso que a SDS está fazendo, conseguiram parar o processo como uma demonstração de força. Mas, no fundo, a SDS tem uma quebra de braço com o governo. Lembra da promessa de uma conversa no começo do mandato do novo governador? Até agora, nada.
Tem mais: uma coisa era Geraldo Julio, forte, até chato com os números, mas prestigiado com Eduardo Campos dando um “aperto de torar” na SDS. Outra coisa é Danilo Cabral. O estilo é diferente. E aí fica na conta das pessoas de baixo que hoje só contam cadáver e estatística ruim.
E como parece ser uma tendência no governo Paulo Câmara alguém já sugeriu uma consultoria.  Consultoria ajuda, mas sem um foco é como chamar um cara famoso para pegar no teu braço e dizer as horas. E ainda pagar caro por isso.
Sem verba e sem que o governador comece a assumir o projeto disposto a gastar mais, o secretário de Defesa Social, Alessando Carvalho e o secretário de Planejamento Danilo Cabral vão ficar nesse reme-reme de um número aqui e outro ali.
O Pacto pela Vida deu certo porque o governador cobrava olhando no olhos. Aos subordinados da SDS era uma fala direta. E, é claro, mandando gastar aonde era preciso. Se isso não acontecer pode ter um pacote de consultor que a tropa não vai reagir.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Ministério Público do Trabalho - MPT, quer saber porque um cabo ficou preso por reclamar da escala de abusiva de serviço! O MPT foi a Brasilia pressionar os Deputados e Senadores, e disse que "prisão foi feita pra bandido e não pra quem reivindica melhorias!". Veja o vídeo.

Bombeiro é preso por denunciar
jornada de trabalho, em Goiânia
Para ver o vídeo clique AQUI

CFO da Polícia Militar Paraíba vai utiliza nota do Enem no concurso: Os candidatos que pretendem concorrer ao Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Polícia Militar devem se inscrever no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que terá as inscrições abertas nesta segunda-feira (25) até o dia 5 de junho. A PM utiliza o Enem como nota da etapa intelectual, primeira fase do certame.

CFO da Polícia Militar utiliza nota do Enem no concurso

Os candidatos que pretendem concorrer ao Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Polícia Militar devem se inscrever no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que terá as inscrições abertas nesta segunda-feira (25) até o dia 5 de junho. A PM utiliza o Enem como nota da etapa intelectual, primeira fase do certame.


O critério de avaliação teórica pelo Enem foi adotado pela Polícia Militar desde o ano de 2013, quando a Universidade Federal da Paraíba também passou a adotar a prova. A nota do exame na corporação serve como critério de classificação dos candidatos para as fases seguintes do concurso: Psicológica, Saúde, Física e Avaliação Social.


Além da inscrição do Enem, o candidato realiza também a inscrição na PM - que é referente às fases complementares do concurso. O edital deve ser lançado ainda esta semana, com número de vagas e outras informações.


A capitã Carla Marques, da Comissão de Divulgação do Curso de Formação de Oficiais, explicou que a inscrição no Enem é pré-requisito para que o candidato possa se inscrever no edital da PM. “A garantia da concorrência ao candidato só é feita com a realização da inscrição nos dois editais, do Enem e da Polícia Militar. O primeiro é pré-requisito obrigatório para a segunda inscrição junto à Polícia Militar, quando o edital for publicado. A inscrição na PM é para subsidiar as fases seguintes do concurso”, detalhou.


Carla Marques informou ainda que critérios exigidos no último edital continuam valendo, a exemplo da altura, idade e outros critérios técnicos. “São previsões de nossa legislação para o ingresso na instituição, portanto os interessados podem sim tomar como base as exigências do último edital”, pontuou.

O Enem - De acordo com o Ministério da Educação, a edição de 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será realizada nos dias 24 e 25 de outubro. As inscrições serão abertas nesta segunda-feira (25) e vão até o dia 5 de junho. A taxa cobrada este ano é de R$ 63,00 e pode ser paga até o dia 10 de junho.


Redação


Fonte: Paraíba Agora

PMPE vai convocar 652 Sargentos para tirar o CAS.

SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA

A CONGM - Conferência Nacional das Guardas Municipais do Brasil informa que no dia 26/05/2015 na Câmara dos Deputados em Brasília, vai acontecer o Seminário Internacional sobre Segurança Pública. Apesar desse evento tão importante não pautar as Guardas Municipais, que é expressão da falta de reconhecimentos pelos organizadores, será importante participar e marcar posição e destacar que qualquer mudança no sistema de segurança pública passa necessariamente pelo reconhecimento, fortalecimento e inserção das Guardas Municipais como atores fundamentais, que pela sua vocação e notório reconhecimento público, com uma atuação em mais de 1000 Municípios brasileiro, sobretudo, na prevenção social das violências, se credenciou para assumir esse posto e a lei 130.22/2014 consolidou todo esse processo.
O evento está divido em dois grandes momentos. Das 9 às 13 horas terá a exposição dos Palestrantes do Chile, Portugal, e Fórum Brasileiro de segurança Pública. E a tarde será de consolidação e encaminhamento protagonizado pelo CRISP/UFMG, NESP/FJP; Instituto SouDaPaz; NEV/USP; FENAPF, ADPF, ADEPOL, ANASPRA, FENARPF, Viva Rio, MovPAz, CNCG, CONCPC, ANPR, FENEME, ANERMB, CONSESP, MNDH, CONSESP, DPF.
Mais informações:
Programação
26/05/2015 08:00 às 18:00 - Auditório Nereu Ramos. Seminário Internacional sobre Segurança Pública
08:00 - Credenciamento
08:40 - Mesa de abertura
- Dep. Federal Subtenente Gonzaga – PDT/MG
- Dep. Federal Eduardo Cunha – PMDB/RJ, Presidente da Câmara dos Deputados
- Ministro Manoel Dias – Ministro do Trabalho e Emprego - PDT
- Senador José Medeiros – PPS / MT
- Carlos Lupi – Presidente Nacional do PDT
- Dep. Federal José Priante – PMDB/PA - Presidente da Comissão de Segurança Pública
e Combate ao Crime Organizado
- Dep. Federal Alberto Fraga – DEM/DF – Presidente da Frente Parlamentar de
Segurança
09:30 - 1º Painel: A Polícia de Ciclo Completo no Chile, Portugal e sua eficácia na elucidação de crimes - Mesa 1
Primeira Mesa de Palestras e Debates
1º Moderador
Deputado Federal Subtenente Gonzaga
09:40 – 01 – Palestra Representante do Chile
Senhor Luis Vial, Jefe de la División de Estudios y Programas de la Subsecretaría de
Prevención del Delito, del Ministerio del Interior y Seguridad Pública de Chile.
10:20 – 02 - Palestra Representante Portugal
Senhora Secretária-Geral do Sistema de Segurança Interna de Portugal - Procuradora
Geral Adjunta Dra. Helena Fazenda
11:00 – 03 - Palestra Representante o Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Dr. Renato Sérgio de Lima – Fórum Brasileiro de Segurança Pública
11:30 - 1º Painel: A Polícia de Ciclo Completo no Chile, Portugal e sua eficácia na elucidação de crimes - Mesa 2
Segunda Mesa de Palestrantes e Debate
2º Moderador
Márcia Rabelo - Policial Rodoviário Federal, Chefe do Núcleo de Apoio Técnico Jurídico
da Superintendência Regional da PRF/GO
11:40 – DPF – Dr. Leandro Daiello Coimbra – Diretor Geral da Polícia Federal
11:50 - ADPF – Bel. Dr. Marcos Leôncio Ribeiro – Presidente da Associação de
Delegados da Polícia Federal
12:00 - ANPR – José Robalinho Cavalcanti – Presidente da Associação Nacional dos
Procuradores da República
12:10 - ANASPRA – Elisandro Lotin de Souza – Presidente da Associação Nacional das
Entidades Representativas de Praças Policiais e Bombeiros Militares
12:20 – Interação e debates com participantes
14:00 - 2º Painel - Convergências e Divergências na adoção da Polícia de Ciclo Completo no Brasil - Mesa 1
(Explanação de posicionamentos de entidades de trabalhadores e organizações da
sociedade civil)
1ª Mesa
MODERADOR
Dep. Estadual Sgt Rodrigues - MG
14:00 - CRISP/UFMG – Dra. Ludmila Ribeiro – Professora Doutora Adjunta do Centro
de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública - UFMG
14:10 - MOV PAZ – Dr. Almir Laureano – Doutor Honóris Causa pela UFPB,
Coordenador do MOV PAZ e da Rede Desarma Brasil
14:20 - VIVA RIO – Tião Santos – Coordenador do VIVA RIO
14:30 - ADEPOL – Bel. Dr. Carlos Eduardo Benito Jorge – Presidente da Associação de
Delegados do Brasil
14:40 – Secretário Nacional de Organização do PDT - Inspetor da Polícia Civil do Rio de
Janeiro - Everton Gomes
14:50 - 2º Painel - Convergências e Divergências na adoção da Polícia de Ciclo Completo no Brasil - Mesa 2
2ª Mesa
Moderador
Dep. Federal Cabo Sabino
14:50 - SOU DA PAZ – Carolina Ricardo – Assessora Sênior de Justiça e Segurança
Pública do Instituto Sou da Paz
15:00 - MNDH – Rildo Marques - Coordenador Geral Movimento Nacional de Direitos
Humanos
15:10 - FENAPEF – Luis Antônio Boudens – Vice Presidente da Federação Nacional dos
Policias Federais
15:20 - CONSESP – Bernardo Santana de Vasconcellos – Presidente do Colégio
Nacional de Secretários de Segurança Pública
15:30 – Presidente do Movimento Ação da Mulher Trabalhista PDT - Miguelina Vecchio
16:00 - 3º Painel - Por que o Brasil não adota a Polícia de Ciclo Completo? Desconhecimento, inércia política ou interesses corporativos? - Mesa 1
(Explanação de posicionamentos de entidades de trabalhadores e organizações da
sociedade civil)
1ª Mesa
Moderador
Dep. Federal Rocha
16:00 - FENAPRF – Tiago Arruda – Diretor Jurídico da Federação Nacional dos Policiais
Rodoviários Federais
16:10 - NEV/USP – Andre Zanetic - Doutor em Ciência Política e Pesquisador do Núcleo
de Estudo de Violência da USP
16:20 - ANERMB – Lucas Leal – Presidente da Associação Nacional de Entidades
Representativas de Militares e Bombeiros
16:30 - FENEME – Ronaldo de Assis – Vice Presidente da Federação Nacional das
Entidades de Militares Oficiais do Brasil
16:40 - Inspetor da Polícia Civil RJ - Professor Universitário - Francisco Chao de La Torre
16:50 - 3º Painel - Por que o Brasil não adota a Polícia de Ciclo Completo? Desconhecimento, inércia política ou interesses corporativos? - Mesa 2
2ª Mesa
Moderador
Márcio Bastos de Oliveira - Inspetor da Polícia Civil – RJ
16:50 - ADPF – Bel. Dr. Marcos Leôncio Ribeiro – Presidente da Associação de
Delegados da Polícia Federal
17:00 - CONCPC – Bel. Dr. Kleber Luiz da Silva – Vice Presidente do Conselho Nacional
dos Chefes de Polícia Civil
17:10 - EG/FJP – Dr. Eduardo Cerqueira Batitucci - Doutor em Ciência Política e
Pesquisador do NEV/FJP
17:20- CNCG – Cel. PM/GO Silvio Benedito Alves – Presidente do Conselho 
Nacional
dos Comandantes Gerais
17: 30 – Debates
18:00 – encerramento

Bombeiro é preso por denunciar jornada de trabalho excessiva!

Bombeiro é preso por denunciar jornada de trabalho, em Goiânia
Superintendência Regional do Trabalho apura se houve excesso em prisão. Corporação diz que prisão consta em regulamento e estuda mudar escala.
22/05/2015 16h24 - Atualizado em 22/05/2015 16h24
Do G1 GO
A Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Goiás (SRTE/GO) investiga a prisão do cabo do Corpo de Bombeiros Uilia Braga, suspeito de denunciar excessos na escala de trabalho. Ele está detido desde segunda-feira (18) no 8º Batalhão, em Goiânia. "Nós denunciamos a escala dos bombeiros. Ela tem privado a pessoa humana do convívio com sua família. Ela tem privado o cidadão de ter acesso à dignidade”, afirmou Uilia em entrevista à TV Anhanguera pelo telefone celular ao qual tem acesso dentro do Batalhão.
Segundo Uilia, em agosto do ano passado ele participou de uma reunião para denunciar o que ele considera uma jornada de trabalho excessiva. Outros quatro homens do Corpo de Bombeiros foram punidos pelo mesmo motivo. Três deles ficaram presos em março. O outro foi excluído da corporação.
O cabo acredita que a punição foi exagerada. "Minha carreira acabou de ser sepultada. Eles cuidaram de enquadrar tudo o que fiz, a busca dos direitos, eles me enquadraram nos piores tipos indisciplinares existentes no regulamento", afirma.
Para a União dos Militares de Goiás, a prisão foi abusiva, já que os bombeiros punidos buscavam melhorias. Além disso, denuncia um déficit de profissionais na corporação. “A mão de obra para prestar esse tipo de serviço O governo não contrata mão de obra para a Polícia Militar, e nem para o Corpo de Bombeiros. Ou seja, [não há] mão de obra para prestar esse tipo de serviço, para poder não sobrecarregar os companheiros de trabalho”, afirma o presidente da União, Valdenir Medrado.
Bombeiro é preso por denunciar jornada de trabalho, em Goiânia Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Bombeiro é preso por denunciar jornada de trabalho, em Goiânia Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)O comando dos Bombeiros afirma que o homem cumpre prisão por ter cometido transgressão grave, prevista no regulamento da corporação. Além disso, diz que ele foi punido após a instauração de procedimento administrativo.
Uma auditoria da SRTE investiga o caso. A prisão disciplinar de militares é prevista no regulamento da corporação, mas a auditora Jaqueline Carrijo questiona os efeitos da punição na carreira dos oficiais. "Prisão é para bandido. Não é para trabalhador que reivindica melhor condição de trabalho", afirma a auditora.
O comando do Corpo de Bombeiros explica que a jornada atual dos militares é de 24 horas trabalhadas por 48 horas de descanso. Além disso, afirma que a corporação estuda a possibilidade de implantar uma escala de 24 horas trabalhadas por 72 horas de descanso.
Já sobre a falta de trabalhadores, a corporação informou que o planejamento estratégico prevê a necessidade de concurso público para aumentar e efetivo nos próximos anos. Entretanto, não foi dito uma data específica para que isso ocorra.

PMPE: bandidos explodem a Agência do Bradesco e atiraram contra destacamento, o policiamento reage e um elemento é baleado a viatura da PMPE está crivada de bala! Três Batalhões e três Companhias Independentes estão no cerco são eles: 7º Ouricuri, 8º Salgueiro, 5º Petrolina e a 2ª CIPM Cabrobo e 7ª CIPM Santa Maria da Boa Vista e também foi acionada a CIOSAC.

7 BPM Santa Filomena 
Por volta das 4:00h aproximadamente 10 elementos fortemente armados em um veiculo Gol branco e uma Strada vermelha explodiram a agência do Bradesco de Santa Filomena que fica uma residência após o destacamento. Os mesmos mantiveram a dupla PM encurradalada dentro do destamento mediante tiros. A viatura PM ficou crivada de balas. Os elementos fulgaram por Santa Cruz da Venerada em sentido Cabrobó. Já houve confronto com o GATI  do 7 BPM. Bandidos abandonaram Fiat Strada, um bandido ferido e preso pelo GATI, o qual informou que é de Cabrobó e os demais também são daquela cidade e de Salgueiro. Equipes estão terreno fechando o cerco sob comando do Cap PM França, Oficial de Permanência e do Oficial do Cecop, Ten PM Josenildo. Já está acionado apoio do 5 e 8 BPMs e 2 e 7 CIPM devido área de divisa onde elementos estão cercados. Também já está em deslocamento apoio da Ciosac. Nenhum  PM ferido.
Um assaltante Morto ate o presente

sábado, 23 de maio de 2015

Policiais militares e civis se aliam e acenam com greve geral no RS

Duas corporações que trabalham em conjunto pelo mesmo serviço à população, mas que convivem com uma certa rivalidade interna na estrutura da Segurança Pública, se uniram por interesses em comum em torno de suas representações sindicais. Escudadas no clamor social por mais segurança e motivadas, principalmente, pelos cortes promovidos pelo governo em nome da crise financeira, as entidades que representam a Brigada Militar e a Polícia Civil se aproximaram e passaram a escancarar um clima de insatisfação geral contra o discurso adotado pelo Palácio Piratini.
O corte de horas extras, parcelamento de salários e a falta de investimentos somados a carências históricas na área causam grande preocupação entre sindicatos e associações. Internamente, os servidores entendem que as medidas tomadas pelo governador José Ivo Sartori tiraram a “motivação” de policiais militares e civis. A resistência ao Executivo aumenta a cada dia, pois as ações do governo – tidas como impopulares pelas categorias – provocaram constrangimento em ambas as corporações.
Por enquanto, ações mais contundentes ainda estão sendo estudadas e não há consenso sobre paralisação ou possibilidade de greve geral na Segurança, como ocorreu em 1997, no governo de Antônio Britto, e também em 2004, com Germano Rigotto. Porém, pelo menos duas assembleias de categorias já estão marcadas, e há fortes indícios de que o assunto entrará na pauta em breve, podendo atingir mais um governo do PMDB.
Entre as entidades que assumem publicamente o indicativo de greve está a Ugeirm-Sindicato, que representa os escrivães, inspetores e investigadores de polícia do Rio Grande do Sul. Recentemente, no final de abril, a categoria promoveu uma paralisação de 24 horas.
— A onda de violência nas ruas vem crescendo muito e atingiu níveis alarmantes, o que não tínhamos visto até então. Mesmo com o clamor popular, o governo não dá sinais positivos para a categoria — diz o vice-presidente da Ugeirm-Sindicato, Fábio Castro.
Aparício Santellano, presidente da Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM), comemora a aproximação com os servidores da Polícia Civil e afirma que fará viagens ao interior do Estado para buscar mais apoio ao movimento.
— Nunca vi uma mobilização tão forte. O governo criou uma falsa expectativa e não cumpriu nada. Vamos fazer contato com unidades do interior para obter um apoio maciço, sabendo que logo ali na frente pode ter uma greve geral. A Brigada está fechada com a Polícia Civil.
Amparado em uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a partir de uma ação que teve início em 2007, ainda no governo Yeda Crusius, o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sinpol-RS) cobra o cumprimento da sentença que proíbe atraso ou parcelamento dos salários do funcionalismo.
— Há risco de medidas mais fortes contra o governo sim. O clima é de insatisfação geral. Tem muita gente indignada com o que está acontecendo — relata o segundo vice-presidente do Sinpol-RS, Rogério Bilhalva.
Com o mesmo tom nas críticas ao governo, mas um pouco mais cautelosa no assunto greve, a Associação dos Delegados de Polícia do Rio Grande do Sul (ASDEP-RS) entende que é preciso calma para tratar do tema. Por outro lado, ingressou com um mandado de segurança na Justiça para tentar garantir uma multa diária de R$ 100 mil ao governador Sartori caso ele descumpra a ordem judicial que determina o pagamento dos salários em dia. Nesta quinta-feira, o pedido foi negado pelo Tribunal de Justiça.
— Já tomamos várias atitudes, inclusive judiciais, proibindo algumas medidas. Não se pode deixar de pagar o salário dos servidores. Mas estamos trabalhando com calma, temos uma postura séria, transparente e leal aos nossos princípios – ameniza o delegado Wilson Müller Rodrigues, presidente da associação.
O representante da Associação dos Oficiais da Brigada Militar (ASOFBM), por sua vez, considera que o momento é delicado e grave.
— É uma união praticamente inédita das entidades da segurança. Estamos passando por um momento muito grave. A Segurança Pública é prioridade. O governo não tem o direito de mexer na motivação da polícia. Atos ilegais devem ser combatidos em vários eixos — avalia o coronel Marcelo Gomes Frota.
— Nós estamos algemados, não temos mais liberdade. A sociedade pede e não conseguimos atender. Cortaram horas extras, diárias, falta efetivo nas ruas, dinheiro para viagens. Existem cidades do interior que não têm um brigadiano sequer. O governo massacra os brigadianos — ressalta o presidente da Associação de Cabos e Soldados da Brigada Militar (Abamf), Leonel Lucas.
Duas categorias já convocaram assembleia para os próximos dias: a Asdep-RS se reúne nem 29 de maio, enquanto a Ugeirm-Sindicato promoverá encontro no dia 8 de junho.
Estado tem limitação financeira, argumentam secretários
Diante das críticas das categorias, o secretário estadual de Segurança Pública (SSP), Wantuir Jacini, entende que é “compreensível que haja insegurança com relação ao futuro”, em função da crise financeira do Estado e do País.
— É preciso observar que não só o Estado, mas o País como um todo atravessa uma forte crise econômica. É compreensível que, em um contexto como esse, haja insegurança com relação ao futuro próximo e que essa incerteza atinja os servidores públicos — destacou.
Ainda conforme Jacini, a possibilidade de greve não assusta o governo, porque o diálogo com a categoria está aberto e o Piratini vem atendendo às reivindicações, como a manutenção dos salários de abril.
— Atendemos e atenderemos a todos os pedidos de audiência solicitados pelas entidades. Por um dever constitucional, faremos tudo ao nosso alcance para não chegarmos a este ponto (greve), até porque confiamos que as medidas que estão sendo adotadas vão ao encontro dos interesses dos servidores, e confiamos na responsabilidade destes para com a sociedade gaúcha — salientou o secretário.
Já o titular da Casa Civil, secretário Márcio Biolchi, tratou de amenizar o clima de insatisfação que, segundo ele, é compartilhado pelo governo estadual. Porém, reforçou que o Estado enfrenta uma profunda crise financeira.
— A preocupação das entidades é tão intensa quanto a preocupação do governo. Temos dedicado todos os esforços para manter as atividades dos servidores. Reconhecemos a parcela do mês de maio e entregamos já neste ano cerca de 250 viaturas. Sabemos da legitimidade dos seus pleitos. Agora, esta não é uma opção do governo (de parcelar salários). O Estado tem limitação financeira. Cobrar do governo o que ele não tem condições de entregar não vai resolver nosso problema.
*Zero Hora

Governo não cumpre acordo e ASPRA – PE cobra retomada das negociações

Não é possível confiar no novo governador do Estado. É o que conclui a Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA – PE). O mês de maio está chegando ao fim e o Governo não cumpriu o que prometeu. Estão negligenciando a insatisfação dos profissionais de Segurança Pública. Até o momento, nada de negociação salarial, plano de cargos e carreiras (Lei de Promoções), Código Disciplinar ou qualquer outro item de fundamental importância para a tropa.

Preocupada com a situação, a ASPRA – PE já encaminhou oficio convidando as entidades representativas para uma reunião sobre o assunto e agora enviou documento ao Governo do Estado cobrando um posicionamento. A tropa está cada vez mais insatisfeita e desacreditada. As associações continuam cumprindo o papel de tentar intermediar as negociações mas a situação está feia mesmo é para o Governador.




sexta-feira, 22 de maio de 2015

Associado: fique atento ao nosso desconto



Associado, colabore! Ajude a sua entidade a crescer. É simples: basta ficar atento ao valor que é descontado da sua conta bancária em favor da Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA- PE). Muitos policiais e bombeiros estão esquecendo esse detalhe e, na hora de sacar o salário, não deixam a quantia referente à mensalidade da Associação. 

Segundo do diretor da ASPRA – PE, Salatiel Berto, “o nosso debito só é feito no dia do pagamento, após o horário bancário e dependemos muito de sua contribuição para honrar com os compromissos da entidade. Lembrando que se você tem outros descontos em débitos automáticos deve fazer a soma de ambos para não deixar de honrar seus compromissos, principalmente, se for a cesta do banco”, explica. 

Muitos associados não estão fazendo isso, resultado: como o valor da ASPRA – PM/BM não é descontado, o PM ou BM fica em débito com a entidade.  A inadimplência está grande, o que vem deixando a entidade no sufoco. Sem verbas, temos dificuldades para a manutenção da estrutura da mesma. 

Com todos os associados em dia, podemos ofertar serviços médicos, odontológicos, contratar mais advogados, abrir regional em caruaru (descentralizando nossos serviços). Sendo assim, pedimos ao associado que fique atento quanto ao desconto. Com todos associados em dia (infelizmente, o que não acontece hoje) poderíamos melhorar nossos serviços.

PMPE: LUTO morre o Tenente reformado da PMPE Ivaldo Firmino dos Santos, conhecido popularmente como "Zé do Rádio, o Torcedor Mais Chato do Mundo" título dado a ele por Zagallo! Zé do Rádio era Torcedor Símbolo do Sport Club do Recife. Vá em Paz Companheiro.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

A COISA ESTA FICANDO CADA VEZ MAIS DIFÍCIL PARA O POLICIAL MILITAR DE PERNAMBUCO

PMPE: cortado o atendimento fora do CMH tanto para o PM quanto para seus dependentes! Veja


Promoções do CFS e CFC da 2ª turma da PMPE! Veja


Para ver todas as promoções clique
 
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terça-feira, 19 de maio de 2015

Acordo sobre cartões BNL e BGN é com a ASPRA - PE

Se você tem pendências com os cartões BNL e BGN (atual Itaú), não perca a oportunidade. A Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA-PE) tem uma boa notícia para os policiais e bombeiros militares: a competente equipe de advogados da ASPRA – PE saiu na frente e já possui um acordo realizado junto ao Banco Itaú para viabilizar a resolução do problema para a tropa, incluindo o abatimento da dívida com o maior número de desconto possível. Seja você associado ou não, compareça a sede da entidade com o nome do titular do cartão, número do cartão, CPF e identidade. A Associação funciona de segunda à sexta e não fecha no horário de almoço. O endereço Rua Jornalista Paulo Bittencourt, N° 31 - Salas 101 e 102, Derby - Recife/PE. Fones: (81) 3221-0374 ou (81) 3314 – 0374.
http://sargentoricardo.blogspot.com.br/

Cadê o Concurso para Bombeiros?


A Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA – PE) está cobrando do Governo do Estado tratamento igualitário para policiais e bombeiros militares. Mais uma vez , os heróis de fogo são esquecidos. O último concurso para soldado da categoria foi em 2006 e agora é anunciado concurso para todos os segmentos da Secretaria de Defesa Social, menos para BMs. Enquanto isso, sofre a população com a carência de efetivo e sofre a tropa com o excesso de carga horária de trabalho. Preocupada, a ASPRA – PE encaminhou ofício solicitando um posicionamento sobre o problema. Cadê o Concurso para Bombeiros?

POLÍCIA CIVIL DE GREVE HOJE POR 24 HORAS

Pernambuco: veja as diretrizes do SINPOL - PE para paralização de 24h que acontecerá no próximo dia 19 de maio.

DIRETRIZES PARA PARALISAÇÃO DO DIA 19 DE MAIO DE 2015

CONSIDERANDO a necessidade de se coordenar a paralisação de 24 horas, deliberada em Assembleia Geral realizada no dia 13 do corrente mês e ano;
CONSIDERANDO a necessidade de orientar os policiais civis sobre como proceder no dia da paralisação, estabelecendo-se quais serviços serão realizados e quais serão suspensos;
CONSIDERANDO os objetivos da paralisação e da importância de se manter a sociedade ciente do que está acontecendo e da necessidade da melhora dos serviços prestados pela Polícia Civil de Pernambuco;
O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco – SINPOL – torna pública as seguintes diretrizes: 

1. Todas as unidades da Polícia Civil deverão abrir normalmente, contudo nenhum procedimento que não seja emergencial deverá ser feito;

2. Será distribuída a CARTA À POPULAÇÃO PERNAMBUCANA, na qual este sindicato leva ao conhecimento público a situação em que se encontra a PCPE;

3. Unidades Administrativas e Delegacias Seccionais:
Nenhum serviço deverá ser feito, visto que apesar de ser grande a demanda e a necessidade, não se configuram como emergenciais. Confeccção de planilhas, dados estatísticos, levantamento e processamento de dados de produtividade estarão suspensos.

4. Delegacias Circunscricionais:

Deverão ser feitos (as)

Recolhimentos de presos em virtude de cumprimento de Mandado de Prisão por parte da Polícia Militar – Mediante o recebimento do BO da PMPE pela Autoridade Policial, o correspondente despacho escrito determinando a confecção o Mandado de Recolhimento e entregar a devida Ordem de Serviço para os policiais que realizarão a condução do preso, atentando para o uso dos EPI´s e a proporção de dois policiais para cada preso. A Autoridade Policial confeccionará também os ofícios necessários para a comunicação da prisão e recolhimento do preso. Em se tratando de Mandado de Apreensão de Menor Infrator, seguir as mesmas orientações acima, no que for cabível, atentando para as especificidades de tratamento necessárias;

Prisões em Flagrante Delito, em quaisquer circunstancias, lavrando-se os Autos necessários para sua conclusão, observando-se todos os ritos legais necessários e constantes no Manual da Operação Polícia Cidadã;

Local de crime – recebida a notitia criminis, deliberando a Autoridade Policial pela necessidade de se comparecer ao local do crime, deverão ser adotados os procedimentos necessários para o isolamento do mesmo, coleta de provas e realização das perícias necessárias.

Não serão feitos (as)

Boletins de Ocorrência (salvo para registro de Prisão em Flagrante Delito, homicídios e tentativas de homicídios);

Ouvidas e interrogatórios – deverão ser remarcadas;

Intimações;

Investigações;

TCO´s – Deverão ser colhidos dados dos envolvidos e, no caso de apresentação do imputado, deverá ser confeccionado apenas o Termo de Compromisso, após recebida a ocorrência pela Autoridade Policial, e feito despacho tipificando o crime e deliberando sobre a confecção do referido termo;

Todas as ocorrências levadas pela Polícia Militar deverão ser recebidas mediante o respectivo BOPM, dando a Autoridade Policial despacho determinando qual procedimento deve ser feito, passado o período de paralisação;

5. Delegacias de Plantão – Prisões em Flagrante Delito, em quaisquer circunstâncias, lavrando-se os Autos necessários para sua conclusão e recolhimento do(s) preso(s), se couber, observando-se todos os ritos legais necessários e constantes no Manual da Operação Polícia Cidadã;

6. Unidades do IITB
Nenhum serviço administrativo deverá ser feito, visto que apesar de ser grande a demanda e a necessidade, não se configuram como emergenciais;
Serão suspensas as perícias papiloscópicas, necropapiloscópicas, neonatal e de representação facial, e as respectivas confecções e emissões de laudos; 

Unidades do Expresso Cidadão – Não haverá:

Confecção e emissão de Registro Geral (RG);
Emissão de Certidão de Antecedentes Criminais;

Equipe de Local de Crime – DHPP
Serão feitas perícias em locais de crimes em ocorrências de homicídio e tentativas de homicídio.

Equipe de Rastro – DEPATRI
Nenhuma perícia será feita pela equipe no dia de paralisação.

7. Unidades do Instituto de Medicina Legal - IML

Perícias Traumatológicas – Serão realizadas apenas as decorrentes de prisões em flagrante delito, para recolhimento de presos, bem como as perícias em custodiados, por necessidade de recolhimento em virtude de mandado de prisão. Também serão realizadas perícias quando da ocorrência de estupros e as perícias agendadas para o DPVAT;

Perícias Tanatoscópicas – Não serão realizadas. Os corpos recolhidos ao IML aguardarão o fim do período de paralisação;

Setor de Fotografia – Atenderá os casos de perícias traumatológicas, decorrentes de prisões em flagrante delito;

Setor de Transporte – As remoções serão realizadas normalmente, levando-se os corpos para o IML, os quais deverão aguardar o período de paralisação para que sejam feitos os procedimentos necessários.

Necrotério – Estará aberto apenas para recebimento de corpos. Não haverá saída;

Protocolos – Não haverá entrega dos laudos já confeccionados, retornando o atendimento após o período de paralisação;

8. Unidades do Instituto de Criminalística – IC

Serão mantidos todos os serviços necessários para o andamento das prisões em flagrante delitos realizadas em todo o Estado.

Todos os demais serviços do instituto estarão suspensos até o fim do período de paralisação.

Para eventuais casos não contemplados nestas diretrizes, deverá o policial entrar em contato com o setor jurídico do SINPOL para esclarecimento.
CONTATOS 
SINPOL-SEDE: (81)34232248 / (81)34239174
Áureo Cisneiros – (81) 9916.0025
Presidente

Rafael Cavalcanti – (81) 9916.0086 
Vice-presidente

Douglas Lemos – (81) 9916.0022
Sec. Geral

Mauro Falcão – (81) 9916.0184
Dir. Ass. Social

Tiago Batista – (81) 9916.0083
Dir. Financeiro 

Josias Junior – (81) 9916.0046
Dir. Administrativo

A DIRETORIA